pamela figueiredo
Blogjor!Arquivo para Novembro, 2008
Um dia como outro qualquer a bordo do trem..
Eram 7:00 horas da manhã e já havia partido o primeiro trem, a espera era grande, e o relogio na parede que caracteriza uma tipica estação de trem parecia não se mexer. Os segundos eram lentos, os minutos quase parando, e a hora, essa parecia uma eternidade.
Enfim, a hora de partir. As pessoas passando por uma porta giratoria de ferro me trazia lembranças, havia uma sensação conhecidamente nova no ar. As pessoas iam entrando e se alojando nos inúmeros vagões espalhados ao longo do trilho. Nunca tinha experimentado a sensação de andar de trem em minha própria cidade natal, mas aquela situação me lembrava as inúmeras vezes em que andei nesse meio de transporte Brasil a fora.
Procurando um persongem que pudesse simbolizar aquela viagem tão despretensiosa, encontrei uma senhora que morava em jijoca e que vinha ao centro sempre comprar roupas e tecidos para revender em sua cidade. Um velinho me chamava a atenção ao meio de todos aqueles ardúos rostos de trabalhadores da vida. Seu nome já não me lembro mais, mas sua história marcou as várias décadas já vivida por aqueles trilhos e vagões. Ele tinha 89 anos, e desde dos 8 anos de idade andava de trem, sua primeira vez no trem, tenho certeza que foi inesquecível, para ele e para mim que até hoje não pude esquecer seus olhos brilhando ao contar a história e as lembranças que pareciam se confudir com o passar dos anos. Lembranças de quando era criança, de moças que havia conhecido no caminho de casa a bordo daquele trem e outras recordações que lhe cabia.
Era engraçado, como as pessoas se movimentavam, as suas posturas e olhares uns aos outros naqueles vagões, procurando sempre uma identificação, um semblante que pudesse dizer algo mais do que apenas sua face. Nas paradas que se seguiram de Fortaleza até Caucaia, pessoas iam e outras vinham, como no vai e vém da vida, mudando sempre as peças do tabuleiro mas matendo o mesmo cenário. Todos corriam em direção aos seus objetivos diários a bordo de um trem que com certeza fazia parte das suas vidas.
Esse vídeo traz as recordações daquele dia como outro qualquer, mas ao mesmo tempo tão diferente.
Sexo no Mundo Virtual
Em alguns lugares do mundo real como, por exemplo, Amsterdã, pode-se encontrar sexo exposto em vitrines e drogas sendo legalizadas nas ruas. No Second Life, conhecido como mundo virtual, o sexo no jogo é encontrado de várias formas e em vários lugares inusistados. A prática do sexo é por forma de bolhas flutuantes em que o personagem pode clicar e encontrar infinitas posições, é quase uma modalidade nova e interativa do Kama Sutra. A prostituição é fácil de ser encontrada no jogo, existem lojas virtuais que vendem partes do corpo de vários estilos e tamanhos, como também roupas e acessórios para utilizar quando estiver se relacionando virtualmente. A mistura de um ambiente virtual com sites de relacionamentos, tudo embalado em um visual de jogo de “PlayStation”, o Second Life é um mundo virtual pautado no mundo real.
Links Relacionados:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Second_Life
http://brsecondlife.blogspot.com/2007/08/prostituio-real-x-virtual.html
http://blog.cancaonova.com/secondlife/2007/05/11/second-life-perigo-ou-oportunidade/
TV Digital para a educação
Há cinco meses foi implatando um projeto pelo Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD), onde propõe avaliar o potencial de interatividade em plataformas da TV Digital. Ele foi instalado em uma Escola Municipal no interior de São Paulo e se chama SAPSA, ou seja, Serviço de Apoio ao Professor em Sala de Aula, visando oferecer recursos audiovisuais aos professores em tempo real como material de apoio. Nesse projeto, o professor pode com a ajuda do controle remoto exibir conteúdos como filmes, documentários e diversos materiais multimídias que ajudem ilustrar o conteúdo explicativo em sala de aula.
Links Relacionados:
http://www.universia.com.br/html/materia/materia_gaaj.html
http://www.htmlstaff.org/ver.php?id=13402
http://trocandoideias.wordpress.com/2008/04/16/tv-digital-e-educacao/
“Sex in the Second Life”
Em alguns lugares do mundo real como, por exemplo, Amsterdã, pode-se encontrar sexo exposto em vitrines e drogas sendo legalizadas nas ruas. No Second Life, conhecido como mundo virtual, o sexo no jogo é encontrado de várias formas e em vários lugares inusistados. Existem ilhas e praias que os avatás (personagens) só vão com esse objetivo, onde se encontram para namorar. A prática do sexo é por forma de bolhas flutuantes em que o personagem pode clicar e encontrar infinitas posições, é quase uma modalidade nova e interativa do Kama Sutra. (risos).
Existem vários ambientes ligado a prostituição, casas, mansões, boates, e mesmo nas ruas pode-se encontrar mulheres que ganham até U$300,00 por mês fazendo programas no mundo virtual. Elas cobram por minuto de “serviço”, e muitas delas agem como cafeínas agenciando até 20 mulheres. Para dar uma apimentada no ato, existem lojas virtuais que vendem partes do corpo de vários estilos e tamanhos, como também roupas e acessórios sexy para utilizar quando estiver se relacionando virtualmente. Pode-se ver nas ruas grupos de duas ou três “meninas” fazendo pontos, conversando com uma delas, descobri que cobram até mil lidens por 30 minutos (lidens é a moeda do second life, e mil lidens equivale a U$ 3 no mundo real).
A mistura de um ambiente virtual com sites de relacionamentos, tudo embalado em um visual de jogo de “PlayStation”, o Second Life foi o que há de mais próximo já criado de um mundo real, no mundo virtual.